domingo, 21 de fevereiro de 2010

Hobby3

Percebi que preciso de mais conhecimento...Afinal, já esquecí de muita coisa que aprendi na facul (post Hobby).
Então, comecei a minha maratona: ler muuiito material na internet. Tanto sobre máquina digitais quanto máquinas semi-profissionais. Aprendi alguns truques para tirar fotos na máquina digital que nem o manual não ensinava. Daí, fui me "divertir" com a máquina...até que saíram umas fotinhas interessantes. Claro, que nada se compara foto tirada de uma máquina semi-profissional e comparadas com fotos de profissionais (fotógrafos). Mais sou apenas uma aprendiz.

Hobby2

Além da publicidade e o amor pelo Marketing, há uns 2 anos comecei a me apaixonar também pela fotografia.Comecei a observar os trabalhos e estúdios de alguns amigos fotógrafos...tudo tão bonito, perfeito, detalhado...a luz, a cor, o enquadramento...TIive a oportunidade de usar uma máquina profissional (só não me pergunte marca, modelo, lente...que isso eu não me recordo!)rsss...Mais sei que a máquina era uma p...de uma máquina! Cheguei a ganhar no dia do meu aniversário um quadro de um amigo fotógrafo...ameeeeeei o presente! Obrigada! :)

(continuação...)

Hobby1

Bom, a história abaixo não para por aí...

Depois de algumas viagens e alguns gastos comprando filmes e principalmente com a revelação (não sei até que ponto isso foi bom ou ruim) adquirir uma máquina digital Sony CyberShot:10.1MP Modelo: DSCW170.

Aaaaahh!!! A partir daí foi festa....uhumm...Empolgada com a máquina tirava foto de tuuuuuuudoooo que via pela frente...(a memória do pc "agradecia", quer dizer, "agradece")..akakakakak

(continuação...)

Hobby

Não sei se todos sabem que sempre gostei de fotografia...como HOBBY. Quando cursei publicidade (já se passaram 5 anos!) fiz duas matérias sobre fotografia. Chamava-se Introdução à Fotografia e Fotografia Publicitária. Utilizava a máquina da própria faculdade (nikon). Não era permitido o uso de máquina digital (na época!). Afinal, tínhamos que aprender o que era velocidade do obturador, objetiva, ISO (ou ASA), campo focal, diafragma, zoom e etc. Meu trabalho de fotogrfia foi sobre flores/plantas naturais e artificiais (depois scaneio e coloco aqui).

(continuação...)

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Para refletir...

Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar,
Aos que pensam em voltar...
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta...
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.
Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá.
Lindo, mas insustentável.
O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolveram dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada, respeito. Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar.
Amar só é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ser um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem, visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar “solamente”, não basta.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.
O amor é grande, mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidade a todos nós!
(Artur da Távola)